{"id":3212,"date":"2016-03-16T12:32:22","date_gmt":"2016-03-16T15:32:22","guid":{"rendered":"http:\/\/ne2.caritas.org.br.s174889.gridserver.com\/?p=3212"},"modified":"2017-07-11T15:18:02","modified_gmt":"2017-07-11T18:18:02","slug":"mulheres-missao-da-caritas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.caritasne2.org.br\/site\/mulheres-missao-da-caritas\/","title":{"rendered":"As mulheres e a miss\u00e3o da C\u00e1ritas"},"content":{"rendered":"<p>Historicamente, o m\u00eas de Mar\u00e7o destaca a luta das mulheres no mundo pela busca de direitos, por isso n\u00f3s, que fazemos a C\u00e1ritas Brasileira Regional Nordeste 2, reunimos cinco mulheres para falarem do papel que o protagonismo feminino tem contribu\u00eddo no desenvolvimento da Miss\u00e3o da C\u00e1ritas: Bibiana, Flavianeide, Kilma, Kilza e Maria Aparecida. O que essas mulheres de profiss\u00f5es e estados diferentes podem ter em comum? \u00c9 o que voc\u00ea vai descobrir agora.<\/p>\n<p>Todo mundo, um dia, j\u00e1 foi crian\u00e7a, adolescente, jovem. Tr\u00eas fases fundamentais na forma\u00e7\u00e3o da personalidade de cada pessoa. O que acontece na vida durante esse per\u00edodo tem grandes chances de se eternizarem na mem\u00f3ria de qualquer pessoa. A coordenadora do Programa de Inf\u00e2ncia, Adolesc\u00eancia e Juventude (PIAJ), Bibiana Santana, sabe bem disso. H\u00e1 dois anos no Regional Nordeste 2, o trabalho realizado pela equipe trouxe muitos resultados e contribui para que muitas garotas tornem-se mulheres conscientes dos seus direitos e deveres. \u201cAs meninas, de modo especial, come\u00e7am a conhecer o papel de cada uma na sociedade. Elas s\u00e3o empoderadas do espa\u00e7o que podem conquistar, al\u00e9m de compreender que t\u00eam vez e voz.\u201d, disse.<\/p>\n<p>Assim como muito j\u00e1 foi conquistado, sabe-se que bem mais para lutar. Os problemas que envolvem a realidade das mulheres s\u00e3o amplos. Nesse contexto, em 2014, a Campanha da Fraternidade trouxe para discuss\u00e3o o tema do tr\u00e1fico humano. Foi quando a C\u00e1ritas Arquidiocesana de Natal, no Rio Grande do Norte, fez do assunto uma bandeira de luta, a partir da cria\u00e7\u00e3o da Rede Pela Vida, que tem como lema \u201cEstamos de olho\u201d e o objetivo de realizar um trabalho de preven\u00e7\u00e3o \u00e0 prostitui\u00e7\u00e3o, tendo em vista, naquela \u00e9poca, a realiza\u00e7\u00e3o da Copa do Mundo de Futebol. Para a agente C\u00e1ritas e presidente do Conselho do Secretariado Regional, Kilza Gomes, a grande satisfa\u00e7\u00e3o est\u00e1 nos resultados obtidos. \u201c\u00c9 uma Rede que realiza trabalhos nas escolas e apoia mulheres que vivem essa triste realidade, al\u00e9m disso constru\u00edmos uma parceria com o Minist\u00e9rio P\u00fablico e a Pol\u00edcia Federal\u201d, pontuou.<\/p>\n<p>Mas a luta por maiores oportunidades e vida digna para as mulheres n\u00e3o est\u00e1 presente apenas em grandes centros urbanos, como \u00e9 o caso do Rio Grande do Norte, mas tamb\u00e9m abrange a zona rural dos munic\u00edpios. \u00c9 o que defende Flavianeide Pereira, desde que come\u00e7ou sua trajet\u00f3ria no Secretariado Regional, na fun\u00e7\u00e3o de t\u00e9cnica de campo e hoje, depois de muitos anos, como coordenadora do Programa de Conviv\u00eancia com o Semi\u00e1rido. \u201cO trabalho de acesso \u00e0 \u00e1gua, atrav\u00e9s da primeira e segunda \u00e1gua, permite que as mulheres possam ser protagonistas no local onde moram, deixando de percorrer grandes dist\u00e2ncias para buscar \u00e1gua para beber, cozinhar, produzir alimentos e criar pequenos animais\u201d, destacou.<\/p>\n<p>Outra bandeira forte no Regional \u00e9 a Economia Popular Solid\u00e1ria. Basicamente, os grupos s\u00e3o formados na base por mulheres, que entre muitos pap\u00e9is, desempenham fun\u00e7\u00f5es como catadoras, artes\u00e3s, agricultoras familiares, marisqueiras, pescadoras, entre outras. A agente C\u00e1ritas Maria Aparecida Mafra conhece com propriedade esse movimento. Al\u00e9m de ter trabalhado no Programa de Conviv\u00eancia com o Semi\u00e1rido, hoje faz parte da equipe de EPS. \u201cA maior recompensa \u00e9 sentir que meu trabalho ajuda muitas pessoas a crescerem profissionalmente e saber que estou ajudando a milhares de pessoas\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>Ainda no Secretariado Regional, outra agente C\u00e1ritas tem a atribui\u00e7\u00e3o de comunicar todas essas a\u00e7\u00f5es que s\u00e3o realizadas: \u00e9 assessora de comunica\u00e7\u00e3o, Kilma Ferreira, que come\u00e7ou como estagi\u00e1ria de Jornalismo, em 2005, e hoje assume a coordena\u00e7\u00e3o do Setor, assim como tamb\u00e9m do Grupo de Trabalho em Comunica\u00e7\u00e3o e da Rede de Comunicadores\/as Populares. De acordo com ela, a C\u00e1ritas Brasileira, em suas a\u00e7\u00f5es, sempre procurou valorizar o papel da mulher na constru\u00e7\u00e3o de uma sociedade mais justa. \u201cNo Regional Nordeste 2, por exemplo, h\u00e1 um quadro de colaboradoras, bem expressivo, formado por mulheres. Assim como a C\u00e1ritas, muitas delas carregam o dom de construir rela\u00e7\u00f5es de afeto, solidariedade, compaix\u00e3o e coopera\u00e7\u00e3o\u201d, falou.<\/p>\n<p>Seja no Programa de Inf\u00e2ncia, Adolesc\u00eancia e Juventude, em Conviv\u00eancia com o Semi\u00e1rido, em Economia Popular Solid\u00e1ria ou na comunica\u00e7\u00e3o de todos esses trabalhos, a C\u00e1ritas Brasileira Regional Nordeste 2 busca a garantia dos direitos, da melhoria da qualidade de vida e do protagonismo social das mulheres. S\u00e3o mulheres que, de forma especial, trabalham para outras mulheres.<\/p>\n<p>Para Kilza, existe uma afinidade entre as mulheres e a C\u00e1ritas que se revela atrav\u00e9s do desejo de levar inclus\u00e3o, justi\u00e7a, dignidade \u00e0s pessoas que est\u00e3o \u00e0 margem da sociedade, onde as agentes C\u00e1ritas acreditam que um novo mundo \u00e9 poss\u00edvel, atrav\u00e9s da caridade e da solidariedade. Por sua vez, Bibiana defende algo muito parecido. \u201cO que as mulheres t\u00eam em comum com as a\u00e7\u00f5es realizadas \u00e9 a for\u00e7a na luta das causas, \u00e9 o poder de se doar no que faz, em colocar um toque de amor em tudo o que realiza\u201d, acrescentou.<\/p>\n<p>Flavianeide, que \u00e9 m\u00e3e de Jo\u00e3o Pedro, que tem quase tr\u00eas anos, trouxe para essa defini\u00e7\u00e3o a dimens\u00e3o materna. \u201cPara mim, o que a C\u00e1ritas e as mulheres t\u00eam em comum \u00e9 o cuidado, o capricho que caracteriza o toque feminino. E a gente percebe essa aten\u00e7\u00e3o, esse olhar materno para com as pessoas (risos)\u201d, afirmou. Finalmente, Kilma, que j\u00e1 conheceu muitos lugares e pessoas atrav\u00e9s do trabalho de comunicar o que o Regional faz, trouxe a riqueza trazida pelas experi\u00eancias que j\u00e1 vivenciou. \u201cO que mais me marcou \u00e9 a possibilidade de ajudar a mudar a vida de outras pessoas. \u00c9 saber que fa\u00e7o parte dessa organiza\u00e7\u00e3o que luta por direitos, sobretudo para as mulheres. O que me alegra e recompensa o meu trabalho \u00e9 o sorriso de uma mulher do campo ou da cidade que teve sua vida transformada pelas a\u00e7\u00f5es da C\u00e1ritas. \u00c9 um sentimento de doa\u00e7\u00e3o, de amor ao pr\u00f3ximo\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>Por Lidiane Santos | Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o da C\u00e1ritas Brasileira Regional NE2<\/p>\n<ul class=\"ssb_list_wrapper\"><li class=\"fb2\" style=\"width:135px\"><iframe src=\"\/\/www.facebook.com\/plugins\/like.php?href=https%3A%2F%2Fwww.caritasne2.org.br%2Fsite%2Fmulheres-missao-da-caritas%2F&amp;layout=button_count&amp;action=like&amp;show_faces=false&amp;share=true&amp;width=135&amp;height=21&amp;appId=307091639398582\" scrolling=\"no\" frameborder=\"0\" style=\"border:none; overflow:hidden;  width:150px; height:21px;\" allowTransparency=\"true\"><\/iframe><\/li><li class=\"twtr\" style=\"width:90px\"><a href=\"https:\/\/twitter.com\/share\" class=\"twitter-share-button\" data-url=\"https:\/\/www.caritasne2.org.br\/site\/mulheres-missao-da-caritas\/\">&nbsp;<\/a><script>!function(d,s,id){var js,fjs=d.getElementsByTagName(s)[0],p=\/^http:\/.test(d.location)?'http':'https';if(!d.getElementById(id)){js=d.createElement(s);js.id=id;js.src=p+':\/\/platform.twitter.com\/widgets.js';fjs.parentNode.insertBefore(js,fjs);}}(document, 'script', 'twitter-wjs');<\/script><\/li><li class=\"gplus\" style=\"width:68px\"><div class=\"g-plusone\" data-size=\"medium\" data-href=\"https:\/\/www.caritasne2.org.br\/site\/mulheres-missao-da-caritas\/\"><\/div><\/li><li class=\"ssb_linkedin\" style=\"width:64px\"><script src=\"\/\/platform.linkedin.com\/in.js\" type=\"text\/javascript\">lang: en_US<\/script><script type=\"IN\/Share\" data-url=\"https:\/\/www.caritasne2.org.br\/site\/mulheres-missao-da-caritas\/\" data-counter=\"right\"><\/script><\/li><\/ul>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Historicamente, o m\u00eas de Mar\u00e7o destaca a luta das mulheres no mundo pela busca de direitos, por isso n\u00f3s, que fazemos a C\u00e1ritas Brasileira Regional Nordeste 2, reunimos cinco mulheres para falarem do papel que o protagonismo feminino tem contribu\u00eddo no desenvolvimento da Miss\u00e3o da C\u00e1ritas: Bibiana, Flavianeide, Kilma, Kilza e Maria Aparecida. 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