{"id":12933,"date":"2024-12-03T13:14:12","date_gmt":"2024-12-03T16:14:12","guid":{"rendered":"https:\/\/www.caritasne2.org.br\/site\/?p=12933"},"modified":"2024-12-03T14:17:20","modified_gmt":"2024-12-03T17:17:20","slug":"eolicas-caritas-brasileira-regional-nordeste-2-e-sociedade-civil-pressionam-por-regulamentacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.caritasne2.org.br\/site\/eolicas-caritas-brasileira-regional-nordeste-2-e-sociedade-civil-pressionam-por-regulamentacao\/","title":{"rendered":"E\u00f3licas: C\u00e1ritas Brasileira Regional Nordeste 2 e sociedade civil pressionam por regulamenta\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 240px;\"><em>Com a constata\u00e7\u00e3o, pelo Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH), dos impactos da explora\u00e7\u00e3o desordenada de energia e\u00f3lica no Nordeste, a C\u00e1ritas Brasileira Regional Nordeste 2, a sociedade civil e comunidades impactadas pressionam pela regulamenta\u00e7\u00e3o da atividade. Em Pernambuco, onde os efeitos dos parques e\u00f3licos s\u00e3o devastadores, a instru\u00e7\u00e3o normativa da CPRH (Ag\u00eancia Estadual de Meio Ambiente), publicada em outubro, ignorou a maioria das propostas dos movimentos sociais.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignright wp-image-12936\" src=\"https:\/\/www.caritasne2.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/WhatsApp-Image-2024-08-31-at-17.56.13-178x300.jpeg\" alt=\"\" width=\"277\" height=\"467\" srcset=\"https:\/\/www.caritasne2.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/WhatsApp-Image-2024-08-31-at-17.56.13-178x300.jpeg 178w, https:\/\/www.caritasne2.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/WhatsApp-Image-2024-08-31-at-17.56.13-608x1024.jpeg 608w, https:\/\/www.caritasne2.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/WhatsApp-Image-2024-08-31-at-17.56.13.jpeg 760w\" sizes=\"(max-width: 277px) 100vw, 277px\" \/>As consequ\u00eancias da aus\u00eancia de uma legisla\u00e7\u00e3o adequada para regular o setor est\u00e3o registradas no relat\u00f3rio rec\u00e9m publicado pelo Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH) ap\u00f3s visitas \u00e0s comunidades afetadas pelos Parques E\u00f3licos de Pernambuco e da Para\u00edba. Incluem danos \u00e0 sa\u00fade da popula\u00e7\u00e3o e ao meio-ambiente e impactos nas atividades produtivas das comunidades. (<a href=\"https:\/\/www.caritasne2.org.br\/site\/violacoes-de-direitos-e-irregularidades-em-parques-eolicos-do-nordeste-precisam-parar\/\">CONFIRA<\/a>)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A resolu\u00e7\u00e3o 262 do Conama (Conselho Nacional de Meio Ambiente), que regulamenta o setor, completou dez anos em julho. Foi criada em uma \u00e9poca em que as informa\u00e7\u00f5es sobre os impactos da explora\u00e7\u00e3o de energia e\u00f3lica eram escassas e com a inten\u00e7\u00e3o de atrair as empresas para produzir o que se considerava \u201cenergia limpa\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os empreendimentos foram considerados de baixo impacto e os procedimentos para licen\u00e7a e opera\u00e7\u00e3o foram simplificados, sem a exig\u00eancia de instrumentos fundamentais como o Estudo de Impacto Ambiental &#8211; EIA e o Relat\u00f3rio de Impacto Ambiental \u2013 RIMA.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As exce\u00e7\u00f5es aos procedimentos simplificados previstas pelo Conama s\u00e3o escassas. No que diz respeito aos impactos socioculturais por exemplo, apenas as iniciativas que impliquem a completa remo\u00e7\u00e3o de comunidades necessitariam de procedimentos mais complexos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignright size-medium wp-image-12935\" src=\"https:\/\/www.caritasne2.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Fotos-Missoa-climaticaCNDH-7-300x225.jpeg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" srcset=\"https:\/\/www.caritasne2.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Fotos-Missoa-climaticaCNDH-7-300x225.jpeg 300w, https:\/\/www.caritasne2.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Fotos-Missoa-climaticaCNDH-7-1024x768.jpeg 1024w, https:\/\/www.caritasne2.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Fotos-Missoa-climaticaCNDH-7-768x576.jpeg 768w, https:\/\/www.caritasne2.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Fotos-Missoa-climaticaCNDH-7.jpeg 1280w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/>A resolu\u00e7\u00e3o delega ao \u00f3rg\u00e3o licenciador estadual o enquadramento quanto ao impacto ambiental dos empreendimentos. E permite, \u201cem uma \u00fanica fase, atestar a viabilidade ambiental, aprovar a localiza\u00e7\u00e3o e autorizar a implanta\u00e7\u00e3o do empreendimento\u201d, conforme descrito no par\u00e1grafo \u00fanico do quinto artigo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo Daniel Lins, assessor jur\u00eddico e de incid\u00eancia pol\u00edtica da C\u00e1ritas Brasileira Regional Nordeste 2, os movimentos sociais e as comunidades afetadas pelos Parques E\u00f3licos, elaboraram v\u00e1rias propostas, que foram apresentadas aos \u00f3rg\u00e3os respons\u00e1veis pelo licenciamento ambiental.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cQueremos que as comunidades sejam ouvidas e possam compreender de verdade o que representa a instala\u00e7\u00e3o desses empreendimentos. \u00c9 necess\u00e1rio que seja desenvolvido e respeitado um protocolo de Consulta Livre, Pr\u00e9via e Informada (CLPI) em comunidades tradicionais e que as audi\u00eancias p\u00fablicas de apresenta\u00e7\u00e3o dos projetos sejam acompanhadas pelos \u00f3rg\u00e3os do sistema de justi\u00e7a e organiza\u00e7\u00f5es da sociedade civil representativas das comunidades\u201d, afirma Daniel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os primeiros Parques E\u00f3licos instalados em Pernambuco est\u00e3o no munic\u00edpio de Caet\u00e9s, onde a falta de rigor na legisla\u00e7\u00e3o teve consequ\u00eancias desastrosas. L\u00e1, n\u00e3o foi observado qualquer crit\u00e9rio de distanciamento entre as torres e as moradias e n\u00e3o houve amplo conhecimento dos Estudos e Relat\u00f3rios Ambientais Simplificados, com os padr\u00f5es requeridos. O adoecimento da popula\u00e7\u00e3o e os impactos na fauna, nos recursos h\u00eddricos e na atividade produtiva das comunidades s\u00e3o alguns dos resultados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pressionada pelos movimentos sociais e pela popula\u00e7\u00e3o afetada, a CPRH publicou, no \u00faltimo m\u00eas de outubro, uma Instru\u00e7\u00e3o Normativa que estabelece procedimentos para o licenciamento ambiental de empreendimentos de gera\u00e7\u00e3o de energia e\u00f3lica. A sociedade civil organizada apresentou v\u00e1rias contribui\u00e7\u00f5es para modifica\u00e7\u00e3o da minuta. Poucas foram aproveitadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Instru\u00e7\u00e3o Normativa n\u00e3o prev\u00ea por exemplo, como condi\u00e7\u00e3o para licenciamento, medidas eficazes de transpar\u00eancia e controle social, como a realiza\u00e7\u00e3o de audi\u00eancias e reuni\u00f5es, com participa\u00e7\u00e3o da sociedade civil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cAs audi\u00eancias hoje acontecem \u00e0 crit\u00e9rio das empresas ou em fun\u00e7\u00e3o da press\u00e3o da sociedade civil. Muitas consultas s\u00e3o feitas sem acompanhamento das organiza\u00e7\u00f5es e dos \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos, e as fam\u00edlias s\u00e3o informadas apenas daquilo que conv\u00e9m \u00e0s empresas\u201d, afirma Afonso Cavalcanti, assessor de Conviv\u00eancia com Biomas da C\u00e1ritas NE2.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para ele, \u00e9 fundamental a realiza\u00e7\u00e3o das Consultas Pr\u00e9vias, Livres e Informadas com base na resolu\u00e7\u00e3o 169 da OIT, recomendadas pelo Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal da Para\u00edba, antes da concess\u00e3o de qualquer licen\u00e7a.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Instru\u00e7\u00e3o Normativa da CPRH mant\u00e9m a exig\u00eancia de EIA\/RIMA apenas para alguns empreendimentos avaliados como de alto impacto. S\u00e3o aquelas poucas exce\u00e7\u00f5es previstas pela resolu\u00e7\u00e3o do Conama, acrescidas de alguns casos espec\u00edficos do bioma Caatinga.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entre as sugest\u00f5es dos movimentos sociais, pretendia-se que fossem considerados de alto impacto os empreendimentos que acarretassem altera\u00e7\u00f5es significativas nos modos de vida das comunidades no entorno. Mas o documento manteve apenas o que est\u00e1 na resolu\u00e7\u00e3o do Conama. Ou seja, \u201cque impliquem inviabiliza\u00e7\u00e3o de comunidades ou sua completa remo\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A regula\u00e7\u00e3o da dist\u00e2ncia entre as torres e as moradias \u00e9 um outro problema, j\u00e1 que n\u00e3o h\u00e1 consenso nem estudos conclusivos sobre a dist\u00e2ncia ideal, inclusive em outros pa\u00edses. A Instru\u00e7\u00e3o Normativa da CPRH prev\u00ea a necessidade de apresenta\u00e7\u00e3o de estudo de caracteriza\u00e7\u00e3o dos \u00edndices de ru\u00eddos e que seja obedecida a regula\u00e7\u00e3o do Conama, ou seja, 400 metros. E tamb\u00e9m indica a necessidade de monitoramento peri\u00f3dico dos \u00edndices de ru\u00eddo e efeito estrobosc\u00f3pico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para Afonso Cavalcanti, al\u00e9m das mudan\u00e7as na legisla\u00e7\u00e3o, \u00e9 importante garantir fiscaliza\u00e7\u00e3o pelos \u00f3rg\u00e3os ambientais. \u201cUma pr\u00e1tica comum das empresas \u00e9 realizar o fracionamento dos projetos, para que os empreendimentos n\u00e3o sejam considerados de alto impacto e garantam licenciamento apenas com procedimentos simplificados\u201d, denuncia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 que, de acordo com a legisla\u00e7\u00e3o, s\u00f3 s\u00e3o considerados de alto impacto, sujeitos \u00e0 apresenta\u00e7\u00e3o de Estudo de Impacto Ambiental e Relat\u00f3rio de Impacto Ambiental (EIA\/RIMA), os empreendimentos com maior porte ou pot\u00eancia nominal superior a 150 MW. \u201cPor falta de fiscaliza\u00e7\u00e3o, n\u00e3o se cumpre sequer o que est\u00e1 previsto em Lei\u201d, acrescenta Afonso.<\/p>\n<ul class=\"ssb_list_wrapper\"><li class=\"fb2\" style=\"width:135px\"><iframe src=\"\/\/www.facebook.com\/plugins\/like.php?href=https%3A%2F%2Fwww.caritasne2.org.br%2Fsite%2Feolicas-caritas-brasileira-regional-nordeste-2-e-sociedade-civil-pressionam-por-regulamentacao%2F&amp;layout=button_count&amp;action=like&amp;show_faces=false&amp;share=true&amp;width=135&amp;height=21&amp;appId=307091639398582\" scrolling=\"no\" frameborder=\"0\" style=\"border:none; overflow:hidden;  width:150px; height:21px;\" allowTransparency=\"true\"><\/iframe><\/li><li class=\"twtr\" style=\"width:90px\"><a href=\"https:\/\/twitter.com\/share\" class=\"twitter-share-button\" data-url=\"https:\/\/www.caritasne2.org.br\/site\/eolicas-caritas-brasileira-regional-nordeste-2-e-sociedade-civil-pressionam-por-regulamentacao\/\">&nbsp;<\/a><script>!function(d,s,id){var js,fjs=d.getElementsByTagName(s)[0],p=\/^http:\/.test(d.location)?'http':'https';if(!d.getElementById(id)){js=d.createElement(s);js.id=id;js.src=p+':\/\/platform.twitter.com\/widgets.js';fjs.parentNode.insertBefore(js,fjs);}}(document, 'script', 'twitter-wjs');<\/script><\/li><li class=\"gplus\" style=\"width:68px\"><div class=\"g-plusone\" data-size=\"medium\" data-href=\"https:\/\/www.caritasne2.org.br\/site\/eolicas-caritas-brasileira-regional-nordeste-2-e-sociedade-civil-pressionam-por-regulamentacao\/\"><\/div><\/li><li class=\"ssb_linkedin\" style=\"width:64px\"><script src=\"\/\/platform.linkedin.com\/in.js\" type=\"text\/javascript\">lang: en_US<\/script><script type=\"IN\/Share\" data-url=\"https:\/\/www.caritasne2.org.br\/site\/eolicas-caritas-brasileira-regional-nordeste-2-e-sociedade-civil-pressionam-por-regulamentacao\/\" data-counter=\"right\"><\/script><\/li><\/ul>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Com a constata\u00e7\u00e3o, pelo Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH), dos impactos da explora\u00e7\u00e3o desordenada de energia e\u00f3lica no Nordeste, a C\u00e1ritas Brasileira Regional Nordeste 2, a sociedade civil e comunidades impactadas pressionam pela regulamenta\u00e7\u00e3o da atividade. Em Pernambuco, onde os efeitos dos parques e\u00f3licos s\u00e3o devastadores, a instru\u00e7\u00e3o normativa da CPRH (Ag\u00eancia Estadual de Meio Ambiente), publicada em outubro, ignorou a maioria das [&hellip;]<\/p>\n<ul class=\"ssb_list_wrapper\"><li class=\"fb2\" style=\"width:135px\"><iframe src=\"\/\/www.facebook.com\/plugins\/like.php?href=https%3A%2F%2Fwww.caritasne2.org.br%2Fsite%2Feolicas-caritas-brasileira-regional-nordeste-2-e-sociedade-civil-pressionam-por-regulamentacao%2F&amp;layout=button_count&amp;action=like&amp;show_faces=false&amp;share=true&amp;width=135&amp;height=21&amp;appId=307091639398582\" scrolling=\"no\" frameborder=\"0\" style=\"border:none; overflow:hidden;  width:150px; height:21px;\" allowTransparency=\"true\"><\/iframe><\/li><li class=\"twtr\" style=\"width:90px\"><a href=\"https:\/\/twitter.com\/share\" class=\"twitter-share-button\" data-url=\"https:\/\/www.caritasne2.org.br\/site\/eolicas-caritas-brasileira-regional-nordeste-2-e-sociedade-civil-pressionam-por-regulamentacao\/\">&nbsp;<\/a><script>!function(d,s,id){var js,fjs=d.getElementsByTagName(s)[0],p=\/^http:\/.test(d.location)?'http':'https';if(!d.getElementById(id)){js=d.createElement(s);js.id=id;js.src=p+':\/\/platform.twitter.com\/widgets.js';fjs.parentNode.insertBefore(js,fjs);}}(document, 'script', 'twitter-wjs');<\/script><\/li><li class=\"gplus\" style=\"width:68px\"><div class=\"g-plusone\" data-size=\"medium\" data-href=\"https:\/\/www.caritasne2.org.br\/site\/eolicas-caritas-brasileira-regional-nordeste-2-e-sociedade-civil-pressionam-por-regulamentacao\/\"><\/div><\/li><li class=\"ssb_linkedin\" style=\"width:64px\"><script src=\"\/\/platform.linkedin.com\/in.js\" type=\"text\/javascript\">lang: en_US<\/script><script type=\"IN\/Share\" data-url=\"https:\/\/www.caritasne2.org.br\/site\/eolicas-caritas-brasileira-regional-nordeste-2-e-sociedade-civil-pressionam-por-regulamentacao\/\" data-counter=\"right\"><\/script><\/li><\/ul>","protected":false},"author":4,"featured_media":12938,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[21,20],"tags":[84,1302,607,1248],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.caritasne2.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12933"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.caritasne2.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.caritasne2.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caritasne2.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caritasne2.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12933"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.caritasne2.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12933\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":12937,"href":"https:\/\/www.caritasne2.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12933\/revisions\/12937"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caritasne2.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/12938"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.caritasne2.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12933"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caritasne2.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12933"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caritasne2.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12933"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}